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A Arte de Amar

A Arte de Amar
Acervo Pessoal/Reprodução

Principalmente nestes tempos de pandemia que comprovam ser impossível viver sozinho sem se preocupar com os próximos, sejam humanos, animais e/ou vegetais, empatia, respeito, compaixão, solidariedade e amor devem ser praticados e compartilhados, estimulando e sendo exemplo.

Nunca se estar errado fazendo a coisa certa, ou seja, boas atitudes agregam valor na história de vida que cada 1 escreve, se eternizando na existência. Acordei feliz hoje, com a repercussão da matéria postada aqui, ontem, confirmando minha incredulidade com a confirmação de inquérito policial sobre a pastora/cantora gospel/deputada federal Flordelis, que conseguiu finalmente ficar viúva, já que seria vergonhoso ser “separada” diante de Deus. Reuniu 7 filhos e 1 neta e acertaram 30 tiros no pastor que já foi seu filho, cunhado, genro e marido. Acreditem!!!

E sem saber ao certo o que abordar nesta 4a-feira, 28 de agosto, vi publicação na página de Suel Cordeiro Damasceno no Facebook, ele, dos + incríveis e talentosos artistas plásticos em terras Caetés, além de marido da igualmente maravilhosa Carol Gusmão, casal queridíssimo meu.

Mas enfim, confirmando que boas ações são até + benéficas a quem pratica do que os que recebem, a postagem de Suel “mexeu” comigo, principalmente por ter ficado muito mal outro dia, sabendo que tem aumentado o n* de animais envenenados durante este isolamento social. Confesso que não entendo como alguém segue vivendo “normalmente” depois de matar seres vivos, incluindo gatos e cães. E o texto dele, que costumo chamar de SoWell (num jogo de palavras entre seu nome e a expressão inglesa “so well”, que significa algo como “muito bom”, ou “ótimo”.

Além de confirmar ser amigo dos animais, Suel conheceu e tornou conhecida a dona Dasdores, que ele destaca que seu nome também é sua missão, de amenizar as dores dos animais.

E, deitado numa rede no terraço do meu “home office”, achei que os internautas deste portal ficariam também felizes com esta história da vida real, verdadeira cena urbana que deve ser admirada e seguida. Abaixo, reproduzo o texto postado por Suel, que prepara obra e participa da campanha cultural Cor & Arte, exposição virtual que Luiz Antônio Jardim promove em setembro, sorteando as obras entre seus clientes.

Mas esta será 1 outra matéria. Nesta, quero focar na postagem de SoWell, na dona Dasdores e no amor que ambos compartilham com animais abandonados, em situação de rua.

Ah! Não é porque o feriado de amanhã celebra Nossa Senhora dos Prazeres, que vale o risco de participar de aglomerações em bares ou baladas. Coronavírus continua matando, e o principal prazer deve ser se cuidar e cuidar dos outros!!!

Sobre Dona Dasdores, seu Pincher, eu e cadela que fez questão de mostrar a bunda para vcs: Ela, a cadela que vive ao lado do posto que  faliu ( atende pelo nome de "Venha cá minha nêga", "Chegaí galeguinha fofa", "Inje que delícia", "Aidaê porra que isso pode cair", "Venha não que eu tô ocupado" e "Solta a minha marmita!").

Está sendo alimentada pela acima citada jovem senhora que tem por coincidência um nome que condiz com suas ações para com a cachorra sem eira nem beira. Ela "tomou as dores" dessa canídea que está em situação de rua (ela, a cachorra, não usa drogas e só rouba para matar a fome). Tenho visto diariamente o carinho mútuo e a relação entre essas duas figuras que provam que a humanidade ainda tem salvação. Ela a alimenta e mata sua sede diariamente.

A  simpática cadela maltrapilha me fez notar uma humana que eu, que ainda por cima sou da mesma espécie, não a tinha tratado com o carinho devido tal benéfica persona. Nesse mundo frígido e egoísta é louvável que os animais nos façam perceber que existem pessoas de bom coração bem pertinho da gente e que não percebemos. Em dado momento Dona Dasdores perguntou porque estamos comendo comida fria, já que ela "tinha" uma lanchonete e seu microondas está a disposição e ela já "requentava" o rango de nossos predecessores.

 Ofereci imediatamente uma futura massa aos meus melhores molhos e ela me interrompeu imediatamente com uma resposta sobre sua dieta que por problemas de saúde não pode aceitar. Devo à ela uma salada exemplar e um agradecimento por saber que ainda existem pessoas lindas no mundo.

Evite aglomeração, mas seja íntimo à distância das belas pessoas que nos rodeiam. Ahh, o Pincher incrivelmente não latiu, nem olhou estranho para mim. Esse mundo ainda tem salvação...

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