Aqui suspirando profundo enquanto penso na postagem desta 5ª, 13 de agosto, já que tantos assuntos me são relevantes e me chamam a mesma atenção. Sofro com meus velozes e múltiplos pensamentos, que se atropelam.  Detesto ficar em dúvida, acho perda de tempo. Se bem que tempo nesta pandemia não falta, pelo contrário. Quanto + me ocupo, + tempo tenho para ocupar. Chega cansa.

Mas enfim, sigo na torcida pra que meus dedos acelerem, acompanhando o raciocínio.

Neste momento em que o Meio Ambiente no Brasil vem sofrendo fatais atos criminosas de violências, sigo horrorizado com a desumano tráfico profissional de cobras, que vem sendo descoberto. Além da ideológica política de extermínio dos + nativos dos brasileiros. É inadmissível e imperdoável o que o (des)governo vem fazendo contra a vida dos índios, principalmente os da Amazônia. Justamente eles, em sua completa falta de conhecimentos científicos e são sabiamente os verdadeiros guardiões da Natureza.

E por falar em Natureza, me vem à cabeça meu querido da vida toda, saudoso e inesquecível arquiteto, urbanista, paisagista, artista plástico... Alex Barbosa, cuja sentida partida completou o 1º ano ontem. Ele que escreveu incrível história de vida, se destacou e marcou época, sendo referência, deixando valioso legado. Lembro sempre com saudade, e orgulho.

Na mente também, a 1ª Mostra de Moda Alagoana Renda-se, que segue com inscrições abertas até o próximo dia 18, selecionando 5 estilistas profissionais e 5 estudantes de Moda, para ocupar a passarela no Espaço Armazém no dia 24 de setembro, transmitido por canal no YouTube. A produção está em acelerado ritmo. A curadora Mirna Porto Maia numa real maratona de entrevistas, divulgando o desfile que confirma e valoriza a importância das rendeiras, já que todos os modelos terão o alagoanérrimo Filé como base e principal elemento nas criações.

Tantas pautas para abordar, justamente hoje, marcado como Dia de Santa Dulce dos Pobres, cuja vida foi dedicada ao próximo e menos favorecidos, da qual sempre fui devoto, e encantado admirador da freira baiana que sempre identifiquei como Santa, sem nem imaginar que 1 dia, seria Santificada pelo Papa. Justo Francisco, que vem marcando sua devoção, principalmente aos seres que + carecem de atenção. Costumo dizer que minha fé é múltipla. Creio na força do amor e respeito aos próximos, e aos distantes também, claro. Sou pan, ao mesmo tempo (ou seria templo?) católico, espírita, budista, macumbeiro. Este ponto me lembrou também da partida de Dom Pedro Casadáliga, que viveu para defender seres humanos em vulnerabilidade, como os índios brasileiros e combater a violência nos conflitos agrários, com gananciosos latifundiários desmatando e matando. Meus respeitos à sua história e memória.

Pensam que acabou??? Nananinanão. Impossível, depois de escrever sobre tantas vidas, não listar também o recente susto que nós moradores do Gurgury tomamos quando soubemos que haveria alteração do projeto original de duplicação da AL101Norte, que eliminaria área verde aqui no loteamento em Guaxuma. Protestamos, conversamos e conseguimos salvar centenas de árvores e nossa qualidade de vida.

Mas, além da obra aqui na rodovia, operários e máquinas trabalham no saneamento básico. O problema é que, sem ouvir a comunidade e moradores, querem construir estação de bombeamento de esgoto exatamente onde há a praça de convivência, com quadra de voleibol, espaço para atividades físicas, parque com brinquedos infantis e onde celebramos São João e Natal entre vizinhos. Iniciamos conversação com os órgãos envolvidos para salvar a praça construindo a estação em outro local, que não na área central entre tantas residências.

Enquanto escrevo e descrevo observações e pensamentos, meu limoeiro segue com carga total. Ontem, foram 191, hoje, deve corresponder.

Agora vou, que amanhã tem +, fatos, histórias, pensamentos, limões. Vida que segue. Que esta pandemia passe logo, só depende do povo, mantendo isolamento e todos os cuidados para evitar propagação ainda maior. Menos ignorância. Todas as vidas importam!!!