O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou nesta segunda-feira (31), após tomar posse, que não é "inimigo" de Organizações Não-Governamentais (ONGs), mas destacou que as entidades não terão prioridade em convênios da pasta.
"A primeira coisa que tem que ficar claro é que o ministério e eu não somos inimigos das ONGs. Eu tenho apreço pelas ONGs e pelo seu trabalho, só que, pelo próprio nome, são Organizações Não-Governamentais, então a prioridade do governo é com órgãos do governo, mas nós não rejeitamos a presença nem ação das ONGs", afirmou.
Rebelo destacou que os contratos já existentes do ministério com ONGs não devem ser renovados e que a "ideia" é não realizar novos convênios com esse tipo de entidade. "Aqueles [contratos com ONGs] que forem encerrados a minha ideia é não renovar e nem fazer novos, priorizar entes públicos ou outras instituições sem fins lucrativos. Isso eu vou examinar direito", disse.
Na última quinta-feira (27), após ser anunciado como ministro, Aldo disse que iria vetar convênios da pasta com ONGs, foco das denúncias de desvio de dinheiro público que motivaram a demissão do ex-ministro Orlando Silva.
Ainda nesta segunda, o governo publicou decreto suspendendo os repasses de verbas federais a ONGs por 30 dias. Nesse período, todos os ministérios deverão revisar os convênios firmados até o último dia 16 de setembro.
O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou nesta segunda-feira (31), após tomar posse, que não é "inimigo" de Organizações Não-Governamentais (ONGs), mas destacou que as entidades não terão prioridade em convênios da pasta.
"A primeira coisa que tem que ficar claro é que o ministério e eu não somos inimigos das ONGs. Eu tenho apreço pelas ONGs e pelo seu trabalho, só que, pelo próprio nome, são Organizações Não-Governamentais, então a prioridade do governo é com órgãos do governo, mas nós não rejeitamos a presença nem ação das ONGs", afirmou.
Rebelo destacou que os contratos já existentes do ministério com ONGs não devem ser renovados e que a "ideia" é não realizar novos convênios com esse tipo de entidade. "Aqueles [contratos com ONGs] que forem encerrados a minha ideia é não renovar e nem fazer novos, priorizar entes públicos ou outras instituições sem fins lucrativos. Isso eu vou examinar direito", disse.
Na última quinta-feira (27), após ser anunciado como ministro, Aldo disse que iria vetar convênios da pasta com ONGs, foco das denúncias de desvio de dinheiro público que motivaram a demissão do ex-ministro Orlando Silva.
Ainda nesta segunda, o governo publicou decreto suspendendo os repasses de verbas federais a ONGs por 30 dias. Nesse período, todos os ministérios deverão revisar os convênios firmados até o último dia 16 de setembro.
Posse
Ao tomar nesta segunda, Aldo disse que aceitava assumir o posto com "consciência de minhas limitações". Depois, elogiou programas sociais do Ministério do Esporte, como o Segundo Tempo, alvo de denúncias de desvio de recursos em convênios com organizações não governamentais (ONGs). "Há no Ministério do Esporte programas sociais de elevada abrangência, elogiados internacionalmente."
Sobre Orlando Silva, disse que o antecessor, minado pelas denúncias, é "mais que inocente" é "vítima". "Talvez mais que inocente, talvez o senhor seja vítima das consequências da luta social e política", discursou Aldo Rebelo ao defender o colega de partido.
