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Meio Ambiente

COP17 começa na Mongólia com foco em seca, terra e financiamento

Países buscam destravar acordos e avançar em soluções concretas

COP17 começa na Mongólia com foco em seca, terra e financiamento
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Começou nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, na Mongólia, a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17). Até o dia 28 de agosto, representantes de 196 países e da União Europeia buscarão soluções para desafios que afetam a vida de todos: combater a seca, restaurar ecossistemas, garantir acesso universal à água e aos alimentos, valorizar povos e territórios tradicionais.

A terra é o elemento que une todas as discussões. Em torno dela, giram as negociações entre representantes dos governos e da sociedade civil. O evento deste ano traz expectativas por ações mais concretas de proteção da terra e também carrega a missão de resolver pendências deixadas pela última conferência, a COP16, em Riad, na Arábia Saudita, em 2024.

A principal questão envolve avançar na criação de um novo instrumento internacional para fortalecer a governança sobre secas, tema sobre o qual não se teve acordo em Riad.

Outro ponto central são as metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN, na sigla em inglês). A previsão é que os países participantes apresentem relatórios sobre como têm agido para garantir que a quantidade e a qualidade dos recursos vindos da terra se mantenham estáveis ou avancem.

Manaus (AM), 22/11/2023, Chão rachado devido ao nível baixo do rio Igarapé Tarumã-açu, na maior seca em 121 anos que Manaus vem sofrendo. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Manaus (AM), 22/11/2023, Chão rachado devido ao nível baixo do rio Igarapé Tarumã-açu, na maior seca em 121 anos que Manaus vem sofrendo. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Chão rachado devido ao nível baixo do rio Igarapé Tarumã-açu, na maior seca em 121 anos que Manaus sofreu em 2023. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Desertificação no Brasil ameaça água, alimento, clima e biodiversidade.  Nordeste brasileiro é o mais afetado pelos processos de seca e desertificação. Crédito: ASA / Divulgação
Desertificação no Brasil ameaça água, alimento, clima e biodiversidade. Nordeste brasileiro é o mais afetado pelos processos de seca e desertificação. Crédito: ASA / Divulgação
Nordeste é região mais afetada pelos processos de seca e desertificação. Crédito: ASA / Divulgação
Caatinga, principal bioma brasileiro ameaçado pela desertificação. Crédito: ASA / Divulgação.
Caatinga, principal bioma brasileiro ameaçado pela desertificação. Crédito: ASA / Divulgação.
Caatinga, principal bioma brasileiro ameaçado pela desertificação no Brasil. Crédito: ASA / Divulgação.
Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17. Rio seco no Semiárido Nordestino. Crédito: ASA / Divulgação
Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17. Rio seco no Semiárido Nordestino. Crédito: ASA / Divulgação
Rio seco no Semiárido Nordestino. Crédito: ASA / Divulgação
Alto Paraíso (GO) -  Queimadas em área de cerrado do município de Alto Paraíso . Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Alto Paraíso (GO) - Queimadas em área de cerrado do município de Alto Paraíso . Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Queimadas em área de cerrado do município de Alto Paraíso . Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Paisagem campestre na Mongólia, sede da COP17 da Desertificação. Crédito: Divulgação UNCCD
Paisagem campestre na Mongólia, sede da COP17 da Desertificação. Crédito: Divulgação UNCCD
Paisagem campestre na Mongólia, sede da COP17 da Desertificação. Crédito: Divulgação UNCCD

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