Com o objetivo de oferecer um serviço referencial e que apresente, cada vez mais, o máximo de excelência nos trâmites relacionados aos processos de acolhimento em Maceió, a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) vem discutindo a abertura de novas modalidades de abrigos na capital. Entre elas, está o projeto da instalação de uma república, que deve atender jovens e adultos com faixa etária que vai dos 18 aos 21 anos de idade.  

Numa reunião nesta terça-feira (03), a coordenadora geral das Unidades de Acolhimento e Abrigos da Semas, Ingrid Amaral, e a assistente social da organização não governamental de promoção dos direitos das crianças e dos adolescentes, Aldeias Infantis SOS Brasil, Beatriz do Nascimento, discutiram outras parcerias ligadas ao tema, além da que já vem garantindo bons resultados no funcionamento da primeira Casa Lar de Maceió.

“Ainda estamos numa fase de discussão da implantação dessa República, porque cada caso relacionado às demandas nas unidades de acolhimento é minuciosamente estudado e analisado. Nesta fase, estamos entrando em contato com outras entidades acolhedoras para fazer levantamentos, até mesmo de grupos de irmãos que podem fazer parte das outras Casas Lares, que também estão no planejamento da rede de acolhimento executada pelo Município”, destacou Ingrid.

Questionada sobre o andamento dos trabalhos na recém-inaugurada Casa Lar, fruto da primeira parceria entre a Semas e a Aldeias Infantis, Beatriz do Nascimento disse que todas as primeiras atividades da unidade estão bastante adiantadas. “Estamos conseguindo dialogar muito bem com a Assistência Social e compartilhamos as mesmas ideias, que é cuidar e proteger ao máximo nossas crianças e adolescentes. Os processos na Casa Lar já estão bastante adiantados. Todas as crianças já passaram por consultas médicas e exames em menos de 15 dias, estão matriculadas em escolas de educação básica e de esporte que ficam perto da unidade e já socializam com outras crianças. Enfim, através da parceria, conseguimos adiantar os prazos”, falou Beatriz.

As novas unidades de acolhimento estão sendo estudadas parta serem implantadas ainda este ano.