do propofol", apontou Shafer.
Em um depoimento duro, o último apresentado pela promotoria antes da apresentação das testemunhas de defesa, a partir de sexta-feira, o anestesista indicou que essas violações, além da falta de um monitor do ritmo cardíaco e da ausência de um prontuário médico, "contribuíram para a morte de Michael Jackson".
Segundo Shafer, Murray foi ainda antiético ao negar à família de Jackson acesso ao histórico médico do cantor. O anestesista disse que concordou em servir de testemunha porque se preocupa "com a reputação dos médicos", e que espera "ajudar a recuperar a confiança nos anestesistas".
"Todos os dias, na sala de cirurgia, quando digo aos pacientes o que vou fazer, eles me perguntam: 'Vão me dar a droga de Michael Jackson?'", narrou o anestesista. "Não deveriam ter medo, o propofol é um medicamento excelente."
Em um depoimento duro, o último apresentado pela promotoria antes da apresentação das testemunhas de defesa, a partir de sexta-feira, o anestesista indicou que essas violações, além da falta de um monitor do ritmo cardíaco e da ausência de um prontuário médico, "contribuíram para a morte de Michael Jackson".
Segundo Shafer, Murray foi ainda antiético ao negar à família de Jackson acesso ao histórico médico do cantor. O anestesista disse que concordou em servir de testemunha porque se preocupa "com a reputação dos médicos", e que espera "ajudar a recuperar a confiança nos anestesistas".
"Todos os dias, na sala de cirurgia, quando digo aos pacientes o que vou fazer, eles me perguntam: 'Vão me dar a droga de Michael Jackson?'", narrou o anestesista. "Não deveriam ter medo, o propofol é um medicamento excelente."