O presidente do Corinthians, Andres Sanchez, usou como exemplo a crise enfrentada pelo clube em 2000 para bancar a permanência do técnico Tite no comando do clube.

Em 2000, a equipe alvinegra vivia uma situação conturbada. O atacante Edilson chegou a discutir com torcedores no Parque São Jorge. Para Andres, tirar Tite do comando depois da eliminação precoce na Taça Libertadores deste ano, podia gerar uma crise parecida.

O presidente afirmou que o treinador vai continuar no comando do time. "Vou conversar com o Roberto [de Andrade, diretor do clube], mas ele vai continuar com nós, sim", disse Andres na festa de comemoração do título brasileiro, na zona sul de São Paulo.

Ainda de acordo com o dirigente, o momento mais difícil no campeonato foi ter que aturar as criticas e a pressão para demitir Tite depois da eliminação na Libertadores.

Já sobre Paulinho e Ralf, cortejados por clubes da Europa, Andres preferiu não garantir a permanência dos dois, mas recordou a desconfiança que eles tiveram que enfrentar.

"Quando eu trouxe os dois, muitos deram risada e hoje todo mundo elogia esses jogadores. Vou fazer de tudo [para eles continuarem]", disse.