Jô Soares não quer saber de confusão em sua vida.

Capa da nova edição da revista Rolling Stone, o apresentador não quis se meter na confusão entre Rafinha Bastos e Wanessa Camargo.

Questionado a se posicionar sobre o episódio, ele ficou em cima do muro, mas defendeu a liberdade de expressão.

- Se o outro do CQC fala aquela bobagem, aquela infelicidade, e continua depois falando, quem sou eu para julgar? Ele que continue falando. Se quisesse, ele devia ter continuado... A censura é pior do que qualquer coisa.

O escritor e diretor teatral também contou que adora a imitação que o Carioca, do Pânico na TV, faz dele, o Jô Suado.

- Bem, eu acho ele magnífico! Inclusive, quando fui homenageado na Risadaria, ele veio me perguntar se poderia fazer a imitação. Você não pode é perguntar se podia fazer. Claro que sim!

Em entrevista recente ao Roda Viva (Cultura), Jô Soares reconheceu que falava mais que os entrevistados, mas agora diz que não os interrompe mais.