Uma corte de Apelações da Califórnia deu razão à atriz e cantora Jennifer López num processo por violação de privacidade movido contra seu primeiro marido, segundo documentos judiciais divulgados nesta sexta-feira.

A estrela de Hollywood havia processado em 2009 a Ojani Noa - com quem esteve casada brevemente em 1997 - e ao produtor de cinema Ed Meyer por seus planos de realizar um filme que supostamente seria intitulado Como me casei com Jennifer López: a história de J.Lo e Ojani Noa.

Jennifer teve um primeiro pedido rejeitado por um juiz do tribunal de Los Angeles, William Fahey, e por isso a artista resolveu apelar à decisão.

López, que anunciou há duas semanas sua separação do cantor Marc Anthony após sete anos de matrimônio, quer US$ 10 milhões de indenização.

A ex-jurada do American Idol, 42 anos, afirma que os vídeos não têm cenas sexuais, mas contém informação privada sobre ela e sobre sua relação com Noa.

Esse é o segundo processo que a americana de origem porto-riquenha move contra seu primeiro marido, um garçom cubano que conheceu em Miami. No primeiro caso, a artista conseguiu evitar que Noa publicasse um livro no qual supostamente narrava detalhes íntimos da ex-parceira. Por esse processo, López obteve US$ 545 mil.