Aproximação & Afastamento
Enquanto aumenta sua relação com o Centrão, Jair Bolsonaro vai se afastando no Congresso de aliados. Os radicais não conseguiram atender ao desejo do Planalto de conter a aprovação do Fundeb.
Votações estratégicas
Duas votações consideradas estratégicas se aproximam. A de renovação do fundo emergencial, que vem segurando a popularidade do presidente na casa dos 30%, e a da reforma tributária, cujos termos o governo deseja ditar. A primeira afastada foi a vice-líder Bia Kicis, ligada ao movimento Escola sem Partido.
"Dando ouvidos"
No Palácio, Bolsonaro tem ouvindo com frequência os ministros Paulo Guedes, da Economia, Fernando Azevedo, da Defesa, e Fábio Faria das Comunicações.
Substituição
Outro nome que deve ser trocado é o Major Vitor Hugo, substituído por Ricardo Barros, ex-ministro de Michel Temer, que pertence ao PP. Bolsonaro procura para seu atual líder na Câmara um cargo que lhe conceda algum prestígio. Vitor Hugo não se entende com o secretário de Governo Eduardo Ramos. O presidente da Câmara trabalha pela não substituição de Vitor Hugo. Para Rodrigo Maia a troca fortaleceria o Planalto.
*Com informações da Folha, Estadão e O Antagonista
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