Aqui pensando na postagem de hoje quando vi 1 incrível vídeo de vários cachorrinhos, recém-nascidos, mamando numa vaca, calmamente deitada, compartilhando além do leite. Vi muito amor em suas tetas. Muito emocionado mostrei ao pintor que tem mudado a cor aqui de casa, quando ele comentou que hoje é celebrado o Dia do Médico Veterinário, profissional que muito me encanta, por dedicarem a vida salvando seres vivos que, irracionais, que não falam, embora se comuniquem perfeitamente, principalmente por gestos de amor. Na Internet, não faltam histórias parecidas. Galo que adota cachorinhos, e muitas outras inacreditáveis e reais histórias.
Descobri que a data foi definida porque foi em 9 de setembro de 1933 que o então presidente Getúlio Vargas assinou decreto instituindo o reconhecimento e a homenagem. Eu, que cada dia sou + apaixonado pelos animais, coleciono muitas histórias envolvendo-os, tanto os bichos como os que cuidam deles.
Lembrei que anos atrás, vi matéria sobre adoção de crianças, absurdamente dificultadas porque elas são, literalmente escolhidas, de acordo com suas características físicas. Prioritariamente, meninos brancos tinham “+ saída”. Principalmente os + novos. Meninas pretas e os + velhos, seguem “encalhados” em abrigos e orfanatos. Nessa época, eu tinha 1 maravilhosa Boxer, a Tara, que nasceu aqui em Maceió enquanto eu estava de férias e foi comigo pra São Paulo com 1 mês de nascida e que uns anos depois, voltou de vez pra cá.
Pois bem, ganhei 1 gatinho recém-nascido e creiam, ela adotou o Tico como seu filho, que mamava apesar da falta de leite. Em poucos dias, era Dia das Mães e publiquei coluna no jornal Tribuna de Alagoas com fotografias de várias mães e coloquei 1 “box” com foto do Tico mamando na Tara, falando exatamente isso que escrevo aqui agora. Vocês não imaginam a repercussão, a maioria reclamando por eu colocar animais misturados com mulheres “colunáveis”. Incrível como quase 20 anos depois, a realidade segue a mesma. Tristemente comprovada. Tico faleceu assim como Tara.
Mas esse mesmo coração, aos 61 anos de fortes batimentos e emoções mantém a esperança, quase certeza, que sobreviveremos todos. Porque assim a vida quer. Axé e Amém.














