Ontem, numa matéria na TV, a repórter falou que em alguns países, o isolamento social já foi relaxado, com seus cidadãos já vacinados contra o Coronavírus e seus hospitais não estão mais superlotados. No final da matéria, ela disse que o sonho de todos é ter de volta a "vida normal".
Venho tristemente constatando que os seres estão cada vez mais desumanos. Ganância e egoísmo tem feito estragos mundo afora. Aqui no Brasil, não tem sido diferente. Num país com tão dolorosas e injustas desigualdades sociais, acumular sem compartilhar é prática comum desse capitalismo selvagem.
Até vejo e festejo voluntários que se disponibilizam, se doam e agregam outros solidários seres. Mas, infelizmente, são muito poucos, diante do volume de carências. Ultimamente, campanhas seguem acontecendo o ano todo, na intenção de chamar atenção para tão importantes causas. Cores são definidas e escolhidas para destacar essas campanhas. Incrível é que já temos meses "com mais de uma cor", e neles, mais de um movimento ganha foco.
Ainda bem que temos essas abnegadas pessoas que não esmorecem diante da pouca participação da população em benefício dos que são vítimas de muitas enfermidades.
Agora mesmo, desde o último dia 1º, Junho Vermelho chama atenção para a constante necessidade de atrair doadores de sangue, tentando deixar os estoques dos Bancos de Sangue com quantidade suficiente para atender a demanda. No país inteiro, poucas bolsas de sangue nas geladeiras, pondo em risco muitas vidas.
Este 14 de junho é definido como o Dia Mundial do Doador de Sangue, e o Hemocentro de Alagoas vem se desdobrando para realizar coletas externas em Maceió, no Polo Industrial de Marechal Deodoro e em União dos Palmares. De hoje ao próximo sábado, 19, quem doar sangue recebe boné especial da campanha. Quem se sensibilizou e quer doar, todas as informações, no https://www.saude.al.gov.br/hemorrede-publica-de-alagoas/

