Triste do lugar onde se “resolve” a vida com morte.
Antigamente, com pouca Educação, nenhuma Cultura, ignorância e violência eram a “política”, todos andavam armados e certos da impunidade.
Com a civilidade confirmando evolução humana, a certeza de que este tipo de solução não será mais aceita, desavenças, desentendimentos e diferenças não devem terminar em assassinatos. Ou pelo menos, deveriam.
Mas, infelizmente, no Brasil, vivemos bélico momento, onde armas ganham plena e ampla legalidade, e verdadeiras quadrilhas milicianas se confundem numa estreita convivência e parceria política. Rifles d revólveres ganham as ruas, oficialmente, e balas se inserem como forma de dominar e manter o poder e os desmandos políticos/policiais.
Especificamente no Rio de Janeiro, surgiu uma mulher que se preocupava com os problemas e as carências da população, e para resolver problemas sociais, entrou em conflito com politiqueiros profissionais cujas atuações sempre foram em causa e benefício próprios. Seu trabalho com comunidades carentes garantiu-lhe poder político e destaque como alguém que realmente se preocupa em legislar para garantir qualidade de vida a todos.
Claro que suas posições confrontavam com opositores cuja ideologia rima e se confunde com tirania, em absoluto confronto com democracia.
Esta líder comunitária foi eleita e da tribuna da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Marielle Franco foi firmando seu nome contra o poder paralelo de milicianos, que extorquem e matam quem se opõe.
Em março de 2018, metralhada, a deputada, mulher, preta, de origem humilde, ousada e corajosa perdeu a vida e a voz mas não diminuíram sua força. Com inúmeras evidências, nada foi ainda provado e comprovado, mas o processo ainda segue, e os culpados serão exemplarmente punidos.
A força popular tem feito muita pressão, e estou certo de que, pode demorar, mas este absurdo e imperdoável assassinato será esclarecido. Os executores já estão presos e os mandantes, também serão. Por mais poder que tenham, perderão.
E para manter esta chama acesa, muita gente de bem envolvida nesta missão, de cobrar Justiça. Com Marielle “presente”, seus 41 anos (na próxima 2a-feira, 27, serão celebrados, como se fisicamente, viva estivesse, qual foi minha felicidade quando soube desta ação de outra mulher igualmente guerreira marcará a data. E aqui, vai o convite.
Em tempos de pandemia e isolamento, a icônica Elsa Soares aceitou convite do Instituto Marielle Franco, e se apresenta ao vivo, com Renegados, às 7 da noite deste domingo, 26, no YouTube do Instituto Marielle Franco, especial “live/homenagem” #LiveElzaPorMarielle

