O bolsonarismo reeditou o conceito da sociedade Tradição, Família e Propriedade (TFP) fundada em 1960, que atuava politicamente contra o socialismo e o comunismo no país, em nome de valores cristãos.
Agora é Família, Pátria e Deus, mas a pegada é a mesma, é do antagonismo às conquistas sociais e trabalhistas conquistadas pelos brasileiros, mais especificamente de 1988 para cá.
E não é porque alguém é gay, é trans, ou porque se luta por mais espaço de gênero no país, se combate a violência contra mulheres, negros e pobres, e se deseja um Brasil justo e igualitário, que deve ser rotulado como não cristão ou alguém que não é a favor (?) da família.
Pura hipocrisia para disfarçar o preconceito que mora nessas pessoas e que o bolsonarismo (re) ativou.
Mais um desserviço que o atual governo nos oferece, instigando a intolerância em todas as suas vertentes!
Pobre do país que ainda se mira em velhos despropósitos, usando indevidamente o nome de Deus, para garantir espaço político aos algozes da liberdade individual.
Pobre Brasil.
Em tempo: É bom prestar atenção na história e na vida de quem faz glamourosamente a defesa da Família, da Pátria e sobretudo de Deus! Têm mesmo legitimidade para advogarem essas causas?!
