Com aprovação do diretório nacional do PT, o ex-governador de São Paulo, ex-tucano Geraldo Alckmin, agora no PSB, será o candidato a vice-presidente na chapa de Lula. Recebeu 68 votos favoráveis, contra 13 contrários e 3 abstenções.
Selada também a federação do PT, PSB, PV e PcdoB no Congresso Nacional pelos próximos quatro anos.
Ambos, Lula e Alckmin, se uniram pelo Brasil contra um inimigo comum, Jair Bolsonaro.
Uma aliança politicamente sensata para quem quer convencer o país que nem só de adversidades vive a política brasileira, e que a ideologia pode ser flexibilizada por um projeto que envolve resgatar a cidadania e a credibilidade do Brasil aqui dentro e lá fora, além de proteger a democracia ameaçada todos os dias pelo governo bolsonarista.
Resta saber se a cúpula petista é capaz de uma autorreflexão para convencer os eleitores de que foi aprendida a lição, para não praticar os mesmos erros que levaram o Brasil a se decepcionar com seus dirigentes. Caso contrário, pode se perder pelo caminho da reconquista da condução do país.
É aguardar!

