Teremos uma eleição presidencial dificílima no Brasil.
A intolerância política gera violência e a história tem comprovado essa tese, mas nos parece que os próprios candidatos que surgem a essa disputa preferem incentivar o ódio do que unir a Nação em paz.
O ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro, em um evento recente na Paraíba, puxou vaias para o ex-presidente Lula e o presidente Bolsonaro, seus possíveis concorrentes na eleição a presidente da República.
Foi feio.
Precisamos de paz, de propostas contra as desigualdades sociais no país, de projetos contra a miséria, o desemprego, a corrupção; por uma campanha que nos faça visualizar saúde pública e educação dignas para o nosso povo, de uma candidatura que nos mostre um presidente estadista, sereno, focado na melhoria da qualidade de vida de todos os brasileiros, que rejeite preconceitos de toda e qualquer ordem.
Pelo visto, Moro não se mostra capaz para tal façanha.
Pinga na mediocridade dos palanques eleitoreiros, como se uma campanha pelo Brasil fosse lugar para arengas pessoais e vinganças despropositais.
Lamentável.

