A questão não é uma manifestação política amanhã, 7 de setembro, ou em qualquer outra data, essa é uma liberdade constitucionalmente garantida.
O problema mora no contra ou a favor do que motiva o protesto, e ir às ruas carregando ódio e intolerância em ataques contra instituições e a democracia brasileira, estimulando o desrespeito às leis em especial, está longe, muito longe, de significar a liberdade de expressão que a Constituição Federal nos assegura.
Uma coisa é convocar o povo a ir às ruas em apoio ao presidente Bolsonaro e ao seu governo, outra é instigar esse mesmo povo a uma guerra civil contra o poder judiciário, o congresso nacional ou qualquer coisa que o valha.
O presidente Jair Bolsonaro sabe do risco para a democracia brasileira que esse tipo de movimento provoca. E está à frente dessa insanidade, tão insano quanto a própria causa.
É o Brasil em seus 199 anos de independência.
Ora o país chora o luto de cerca de 600 mil óbitos por covid-19, ora chora o temor pela polarização política sem noção que Jair Bolsonaro fincou nos quatro cantos desta nação.
Deus, rogai por nós!
