Apareceu até milionário financiando quem queira promover atos antidemocráticos, como a manifestação do próximo dia 7 de setembro na capital federal, puxada por bolsonaristas, para defender a destituição de membros dos poderes judiciário e legislativo e abalar a ordem constitucional no Brasil.
O fundador da rede de lojas de varejo no Paraná, Mário Gazin, gravou vídeo assegurando o custeio da viagem de quem for a Brasília para o que ele chama de “ato a favor do presidente Bolsonaro”. Ele indica no vídeo que pagará uma frota de três ônibus, saindo em frente à sede da empresa, em uma cidade no interior do Paraná.
A mobilização entre bolsonaristas para essa manifestação cresceu nestes últimos dias, com o apelo de policiais militares e de outros empresários contra órgãos federais de cúpula dos poderes Legislativo e Judiciário. Na pauta, estaria a destituição de ministros da Suprema Corte e a invasão do Congresso Nacional.
Dono de uma rede de lojas de varejo cujo faturamento já superou os R$ 4 bilhões no último ano, Gazin é um defensor ferrenho de Jair Bolsonaro.
A situação é preocupante, a ameaça é real e estamos vivendo em um país com solo devastado em sua cidadania absoluta. E qual a motivação? Uma ideia fixa do presidente Bolsonaro: voto impresso na eleição de 2022 ou caos total.
Caminhamos ao caos total.

