O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou ontem, dia 15, uma viagem pelo Nordeste brasileiro, tradicional reduto do petista. A ideia é debater a conjuntura e os rumos do Brasil com lideranças políticas de seis estados: Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia.
Alagoas e Sergipe ficaram de fora da agenda de Lula.
PSB, MDB, Republicanos e o próprio PP, cujo presidente, Ciro Nogueira, foi nomeado ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, estão no radar do petista para a reconstrução de alianças regionais.
Essa agenda pelo Nordeste pode ser considerada o início da campanha de Lula para a volta ao Palácio do Planalto. Tal qual como dantes, no quartel de Abrantes, com as mesmas legendas e lideranças como companheiras de política. Ou seja, o enredo do mensalão e da lava-jato, no emaranhado de partidos e políticos envolvidos em graves denúncias de corrução e sentenças condenatórias, se dissolve para o petista quando o interesse é eleitoral.
O ex-presidente já tomou as duas doses da vacina contra a covid-19 e não haverá atos públicos em nenhum dos estados visitados por ele.
Agora: Pulou Alagoas, por que? Por que pulou Alagoas?

