O tal voto impresso é a prova de que a nossa política é feita de retalhos convenientes para uns e outros e nunca para todos, numa balela infindável para iludir uma nação inteira de que se faz algo construtivo para o bem-comum.
Ora, pois!
Relatório técnico de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o sistema eletrônico de votação, adotado no Brasil há mais de duas décadas, concluiu que ele é confiável, seguro e perfeitamente auditável.
Ou seja, discussão e polêmica desnecessárias que tomaram conta do país e ocuparam parlamento, imprensa e entidades civis até a data de ontem, quando a Câmara dos Deputados rejeitou a proposta de emenda constitucional que garantiria a impressão do voto.
O relatório espelha o entendimento da área técnica do TCU sobre o assunto e servirá de base para o voto do ministro Bruno Dantas, relator do processo 014.328/2021-6, que avalia a confiabilidade do voto eletrônico no país. O tema está na pauta da quarta-feira (11) do plenário do TCU, que reúne os nove ministros do tribunal.
Espera-se que o ministro relator acompanhe o parecer dos técnicos.
Para evitarmos mais perda de tempo em tempo de pandemia da covid-19 e economia estagnada em um Brasil de quase 15 milhões de desempregados.
Vamos focar nas demandas reais!
Por favor.
