Nos bastidores políticos de Alagoas, o senador Fernando Collor (PROS) luta pela viabilidade de sua reeleição em 2022. 

A eleição no ano que vem tem apenas uma vaga ao Senado e Collor já briga pra valer para que ela continue sendo sua.

Ataca raivosamente o governo estadual e o governador Renan Filho (MDB), seu adversário mais provável com chances reais de vencê-lo, e tenta atrair quem pode lhe atrapalhar, como o vereador bolsonarista Fábio Costa (PSB), a quem Collor jura amor eterno e promete apoio em uma possível candidatura dele à Câmara dos Deputados.

Em Alagoas, não perde nem aniversário de bonecas.

Está em todas, abraçando pessoas, posando para fotos e fazendo parecer em suas redes sociais e em seus veículos de comunicação em Alagoas que ele tem densidade política e eleitoral para vencer quem quer que seja.

Vestiu a camisa de Jair Bolsonaro, o que, diga-se de passagem, tem mais a ver com ele do que a camisa de Dilma&Lula que Collor se apoderou em 2014, com direito aos votos petistas e da esquerda alagoana para garantir seu segundo mandato de senador.

Segue sua estratégia política, bajulando uns e sendo bajulado por outros.

Enquanto espera 2022.