Oficialmente, pelo menos na recusa de onze ofertas formais de fornecimento de vacinas, seis referentes ao imunizante coronavac.

Há três ofícios assinados pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, oferecendo a vacina. O primeiro, datado de 30 de julho de 2020, e o segundo, de 18 de agosto, ficaram sem resposta. O terceiro documento foi entregue pessoalmente em 7 de outubro por Dimas Covas, ao ministro da saúde, o general Pazuello.

O placar deve crescer ao longo das investigações da CPI da Pandemia, do Senado Federal, instalada hoje, já que um dos objetivos da comissão é apontar no relatório final o número de vezes em que o governo disse não à única solução para prevenir efetivamente a doença: a imunização.

*Com informações do blog de Octávio Guedes