O vice-governador José Thomaz Nonô, que se encontra em viagem  ao  Estado de Minas Gerais, foi surpreendido com as declarações do candidato do seu partido (DEM) a prefeito de Maceió, Jeferson Morais, com críticas ao também candidato Rui Palmeira (PSDB) que tem o apoio do governador Teotônio Vilela Filho e de outros partidos da base governista.

 
José Thomaz Nonô não apenas se disse surpreso, mas desautorizou as palavras ensandecidas de um candidato despreparado para o exercício da prática política civilizada e que nos arroubos de aparecer ataca gratuitamente e com irresponsabilidade um político com história honrada e uma trajetória construída com idéias e ações efetivas de quem tem caráter e respeito à coisa pública.
 
O vice-governador que chega amanhã a Maceió terá uma conversa com o candidato Jeferson Morais quando lhe advertirá que “essa não é a tônica a ser adotada pelo seu partido na campanha eleitoral”. As declarações de Morais colocaram Nonô em uma situação embaraçosa dentro do Palácio do Governo, dada a sua condição não apenas de vice-governador, mas também das ligações pessoais com o Teotônio Vilela e grande parte de sua equipe que também deu demonstrações de constrangimento pelos impropérios do candidato democrata.
 
Esta tarde uma fonte da maior confiabilidade palaciana me adiantava que: “temos a convicção que se o Jeferson Morais insistir nessa linha irresponsável de agredir Rui Palmeira não contará com o apoio do seu partido e especialmente do vice-governador José Thomaz Nonô”.
 
 
*Pedro Oliveira - Jornalista