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O Som da Nação Nordeste

O Som da Nação Nordeste
Reprodução

Jornalismo é vida, em constante movimento. Eu havia programado postar ontem o passeio de Jeep que fiz no começo da semana por Marechal Deodoro e Praia do Francês, incrível projeto que celebra os 428 anos da poética cidade alagoana. Imprevisto me fez substituir e postar matéria focando na constante falta de atenção da população por causa do indiscriminado uso do celular, principalmente no trânsito. 

Reprogramei Marechal Deodoro pra hoje, mas lembrei que este 3 de agosto marca os 30 anos da partida do inesquecível e único Luiz Gonzaga, e eu não poderia deixar, de jeito nenhum, passar ‘em branco’ , sem homenagem ao interprete de “Asa Branca”, verdadeiro hino da nação nordestina. Confesso que até hoje meu coração acelera quando lembro ou ouço. Principalmente nestes tempos em que, absurdamente, sofremos preconceito, sendo classificados como “deparaiba”, independentemente de que estado se tenha nascido. Se eu tivesse nascido na Paraíba, seria normal ser paraibano, mas como sou alagoano, assim quero ser chamado e respeitado. Ou como nordestino, com sorte, orgulho e honra.

Mesmo sentimento que o “Rei do Baião” sentia quando cantava, conquistando o Brasil e o mundo. Ele, que  criou o 1* ‘trio nordestino’, juntando sanfona, triângulo e zabumba. Vendeu + de 10 milhões de discos, numa época sem internet nem tecnologia. Honrando a origem, se apresentava com incríveis trajes de vaqueiro, confirmando orgulho de sua origem e se eternizando na História. 

Sendo assim, valorizando a ousadia, o talento, a coragem... deste pernambucano pra lá de arretado, nascido em Exú, minha reverência ao “Seu Luiz”, que deixou exemplo. Homens como ele, são positivamente eternizados. Viva Luiz Gonzaga, Viva a Cultura Nordestina, Viva o Nordeste!!!

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