Olá, poderosas!

A resposta pode até parecer óbvia, mas ela diz muito sobre a mulher que estamos nos tornando.

As pesquisas mostram que, sim, as mulheres ainda procuram mais médicos, fazem mais exames preventivos e costumam estar mais atentas aos sinais do próprio corpo do que os homens. Segundo o IBGE, 82,3% das mulheres consultaram um médico no último ano, contra 69,4% dos homens.

Mas acredito que existe uma mudança ainda mais interessante acontecendo.

Antes, cuidar da saúde era quase uma obrigação. Hoje, tornou-se um estilo de vida.

Nunca vimos tantas mulheres caminhando ao amanhecer, participando de corridas de rua, lotando academias e, muitas vezes, incentivando os próprios parceiros a adotarem hábitos mais saudáveis. Estamos aprendendo sobre alimentação, proteína, creatina, saúde intestinal, qualidade do sono, saúde hormonal e bem-estar. E isso vai muito além da estética.

Tem a ver com uma geração que descobriu que a saúde é o maior patrimônio que podemos construir.

Mulheres de 25, 30, 40, 50 e 60 anos estão falando abertamente sobre envelhecimento saudável, perimenopausa e menopausa, assuntos que nossas mães e avós, muitas vezes, enfrentaram em silêncio. Estamos entendendo que perder massa muscular não é simplesmente “coisa da idade”, que viver cansada o tempo todo não é normal e que sentir dores diariamente não precisa fazer parte da rotina.

A urgência mudou.

Já não queremos apenas parecer jovens. Queremos envelhecer fortes.

Queremos ter disposição para viajar, viver novas experiências, queremos como Elizabeth fez no filme “Comer, Rezar e Amar.” (2010)Afinal, quem nunca sonhou em fazer uma pausa para redescobrir a própria vida? Queremos namorar, brincar ter mais tempo de qualidade com amigos, filhos ou netos, continuar trabalhando com entusiasmo, conhecer novos lugares e chegar aos 70 anos com autonomia, independência e qualidade de vida.

Essa talvez seja a maior revolução feminina dos últimos tempos: entender que o verdadeiro sucesso não é apenas conquistar mais, mas viver melhor.

Durante muito tempo, a mulher adiou o autocuidado porque sempre havia alguém para cuidar antes dela. Hoje, ela finalmente entendeu que cuidar de si não é egoísmo. É responsabilidade. Afinal, para cuidar bem de quem amamos, primeiro precisamos estar bem.

A nova urgência feminina não é correr atrás de mais compromissos.

É correr atrás de mais saúde.

Porque sucesso é maravilhoso. Mas ele perde o sentido quando falta energia para aproveitá-lo.

E você? Qual é a sua urgência hoje? Porque cuidar da saúde deixou de ser vaidade. Tornou-se um compromisso com a mulher que você deseja ser daqui a dez, vinte ou trinta anos.

Beijos de Poder!