Ela foi feita somente para as cristãs? Foi inspirada. Mas ao contrário do que muita gente pensa não precisa seguir a doutrina cristã para aderir à moda evangélica. Este segmento vem crescendo, face às necessidades do público feminino em adotar algo mais sóbrio, composto, mas que seja moderno e elegante.
Há muitas mulheres, hoje, com meia idade que com seus 20 anos se vestia como uma senhora, pois passava altivez, seriedade, compostura e maturidade. Eu mesma fui uma delas. Com a combustão dos anos 80 as coisas mudaram e muitas aderiram à descontração, sem se desvincular dos valores enraizados pela educação que receberam. Muitos desses valores foram absorvidos pela nova geração através de conceitos, criando uma imagem que melhor traduzisse a natureza de cada uma. Do natural à identificação & estilo próprio.
Entretanto, há uma parcela relevante de religiosas, especialmente evangélicas que optam por discrição. Coerentes com a sua crença e princípios rejeitam vestidos curtos, transparências e trajes sensuais, preferindo uma modelagem feminina mais estruturada, de boa qualidade. Porém, com certa graciosidade. A moda evangélica acompanha as tendências, cores e formas acolhendo o atual comportamento das mulheres que trabalham, empreendem e que são independentes.
Pensando em atender a esse mercado tão promissor, algumas confecções e marcas, como Joyaly criada pela Aurea Flores, Via Tolentino, Laura Rosa, Epulari, Raje Jeans e tantas outras estão em evidência.
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